Tédio...
Um minuto:
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7
8
9
10
6x
(=)60 segundos de tédio
O marasmo desse "atoísmo" é quase dadaísta.
_ Hummm... (2º Título)
Agora explica isso campeão!
Lucas Boina
domingo, 17 de julho de 2011
Punheta
Afague-me
Afague-me
Hei que vou me afagar
Toque, jamais poderei tê-lo
Mas o tenho...
Sim, o teu
Não, o teu
E sim o meu a me afagar
Afague-me
Hei que vou me afagar
Toque, jamais poderei tê-lo
Mas o tenho...
Sim, o teu
Não, o teu
E sim o meu a me afagar
quinta-feira, 14 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Uma observação
Há beleza em putas e vagabundos
Há um ar adocicado nos ébrios e imundos
Há aroma de rosas em mendigos e tarados
Como há de fato,
Salpiques de poesias nesse texto mal pensado
Rico
Pobre
Plebe
Nobre
Não há amor sem desgraça
Não a Romance sem cachaça
Digo,
Pureza sem o decadente, tédio ou sacanagem... Enfim,
O que seria da pureza?
Qual seria a graça de orar?
Qual seria a graça em se preservar?
Onde arrumaríamos bons filmes?
Ou melhor, onde beberíamos de um bom vinho?
Um lugar para ver o jogo no fim da tarde?
Um cantinho para nos aventurarmos com a amada?
Ou ate mesmo com aquela... que, bem... não é tão amada assim!
Ou pior... De onde arrancaria inspiração os poetas?
O que seria um canto sossegado, se não só um canto?
O que seria uma mulher, se não mais uma mulher?
Aos puritanos que rejeitam a cachaça e o cigarro
Pois bem, pereçam virgens e solitários...
Prefiro lamber do verde musgo de mil vaginais doentes.
A usar ternos e máscaras fingindo conservadorismo.
Retomando o assunto, porque eu sempre dou um jeito de desvirtuar o texto.
Sim,
Há poesia
No mais triste e sujo infeliz largado numa esquina bêbado morrendo de risos forçados olhando para uma grande poça de vômito vermelho desejando no fundo se matar...
Ou numa prostituta degenerada deitada em um canto da cama suja de sangue depois de vários orgasmos falsos e dores fortes pós-coito...
Também em qualquer esculacho que você adoraria zombar ou transformar numa forma de ofensa...
Há “Glamour” no “decadente”, afinal, se você sofre você terá uma historia pra contar.
Lucas Boina
Há um ar adocicado nos ébrios e imundos
Há aroma de rosas em mendigos e tarados
Como há de fato,
Salpiques de poesias nesse texto mal pensado
Rico
Pobre
Plebe
Nobre
Não há amor sem desgraça
Não a Romance sem cachaça
Digo,
Pureza sem o decadente, tédio ou sacanagem... Enfim,
O que seria da pureza?
Qual seria a graça de orar?
Qual seria a graça em se preservar?
Onde arrumaríamos bons filmes?
Ou melhor, onde beberíamos de um bom vinho?
Um lugar para ver o jogo no fim da tarde?
Um cantinho para nos aventurarmos com a amada?
Ou ate mesmo com aquela... que, bem... não é tão amada assim!
Ou pior... De onde arrancaria inspiração os poetas?
O que seria um canto sossegado, se não só um canto?
O que seria uma mulher, se não mais uma mulher?
Aos puritanos que rejeitam a cachaça e o cigarro
Pois bem, pereçam virgens e solitários...
Prefiro lamber do verde musgo de mil vaginais doentes.
A usar ternos e máscaras fingindo conservadorismo.
Retomando o assunto, porque eu sempre dou um jeito de desvirtuar o texto.
Sim,
Há poesia
No mais triste e sujo infeliz largado numa esquina bêbado morrendo de risos forçados olhando para uma grande poça de vômito vermelho desejando no fundo se matar...
Ou numa prostituta degenerada deitada em um canto da cama suja de sangue depois de vários orgasmos falsos e dores fortes pós-coito...
Também em qualquer esculacho que você adoraria zombar ou transformar numa forma de ofensa...
Há “Glamour” no “decadente”, afinal, se você sofre você terá uma historia pra contar.
Lucas Boina
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Quando lhe faço mal:
- 1º Me esqueça confiando que eu talvez te esqueça.
(Não existirei)
- 2º Me perdoe confiando que eu talvez te perdoe.
(Sou reflexo seu)
- 3º “?” confiando que... “?”
(Seja o que “Deus” quiser)
Observações:
1º Irado
2º Conformado
3º Tolerante
Considerações finais:
Um em três, fato irrefutável aos vermes.
_E é assim que eu me sinto. Claro, tirando a vergonha.
Depois dás 21 horas eu só posso lhe oferecer mais um desgosto:
Desculpe-me...
O presente dói e provoca raiva, mas é sincero.
(Não existirei)
- 2º Me perdoe confiando que eu talvez te perdoe.
(Sou reflexo seu)
- 3º “?” confiando que... “?”
(Seja o que “Deus” quiser)
Observações:
1º Irado
2º Conformado
3º Tolerante
Considerações finais:
Um em três, fato irrefutável aos vermes.
_E é assim que eu me sinto. Claro, tirando a vergonha.
Depois dás 21 horas eu só posso lhe oferecer mais um desgosto:
Desculpe-me...
O presente dói e provoca raiva, mas é sincero.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
O amor é a maior de todas as Violências
-Amor é um sacrificio pelo proximo, logo, você perdera sua liberdade ao encontrar um limite em quem se ama.
-Amor vai te decepcionar, no fim das contas nada é eterno no nosso plano ciente
-Nos jogamos de cabeça amor, mesmo sabendo que podemos nos afogar
-O amor nos joga contro os outros que não amam nossos amores
-O amor iludi
-O preço do amor é o sangue. (um exemplo pros mais singelos... Jesus)
Lucas Boina
-Amor vai te decepcionar, no fim das contas nada é eterno no nosso plano ciente
-Nos jogamos de cabeça amor, mesmo sabendo que podemos nos afogar
-O amor nos joga contro os outros que não amam nossos amores
-O amor iludi
-O preço do amor é o sangue. (um exemplo pros mais singelos... Jesus)
Lucas Boina
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Sussurrante
O quarto
O corredor
A cozinha
A sala
Vazios
.
.
.
Meu corpo sentado, um canto da casa.
Um cigarro aceso, brasa e centelhas.
O que eu fiz?
O que estou fazendo?
Porque eu penso
Tanto...
Naquilo,
Nela,
Naquele estante.
Um olhar pode ser gritante
Penetra minha carne e reverbera minha alma
Congelada a timidez eu volto ao meu eu calado
Vira,
Volta... O tempo
Um abraço
Meu olhar distraído
Olho para os cantos
Os olhos dela estão fechados
Ela sente tanto...
O que eu sinto?
E deste ponto
Falece o Plural...
(minha auto-analise do meu amor Jovem)
O corredor
A cozinha
A sala
Vazios
.
.
.
Meu corpo sentado, um canto da casa.
Um cigarro aceso, brasa e centelhas.
O que eu fiz?
O que estou fazendo?
Porque eu penso
Tanto...
Naquilo,
Nela,
Naquele estante.
Um olhar pode ser gritante
Penetra minha carne e reverbera minha alma
Congelada a timidez eu volto ao meu eu calado
Vira,
Volta... O tempo
Um abraço
Meu olhar distraído
Olho para os cantos
Os olhos dela estão fechados
Ela sente tanto...
O que eu sinto?
E deste ponto
Falece o Plural...
(minha auto-analise do meu amor Jovem)
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